RÁDIO RONDÔNIA FM1

O Presidente do CRECI/RO, Júlio César Pinto, concedeu entrevista no início da tarde do dia primeiro de julho ao Programa A Hora do Povo, com apresentação de Léo Ladeia, através da Rádio Rondônia. O programa é transmitido via internet e pelas frequências FM e AM, tendo uma excelente audiência no Estado.

Na entrevista, o Presidente falou sobre a procura pela profissão de Corretor de Imóveis, mesmo em tempos de pandemia. "Esse semestre houve um aumento no número de inscrições no CRECI, só no período da pandemia foram 27 novos inscritos. A flexibilidade de horários e a autonomia profissional são alguns dos atrativos pela busca dessa profissão. E na atual situação econômica que o país vem passando, essa pode ser uma saída para àqueles que se qualificarem e estão precisando se reinventar financeiramente". Mas frisou que é necessário que o interessado seja possuidor de título de Técnico em Transações Imobiliárias ou de diploma de curso superior Sequencial e Tecnológico de Ciências Imobiliárias ou Gestão de Negócios Imobiliários.

Aproveitou também para esclarecer o papel do Conselho na sociedade, sobre as fiscalizações e ainda orientou os ouvintes da importância de procurar um profissional credenciado para realizar as suas transações imobiliárias. “O CRECI é uma autarquia pública cuja principal função é fiscalizar, regulamentar e organizar, protegendo a sociedade contra maus profissionais”.

Na oportunidade Júlio ainda comentou sobre a atual situação do mercado imobiliário em Porto Velho. “Apesar das expectativas de queda no desempenho do mercado de imóveis este ano, em consequência do novo coronavírus, ainda sim, o setor tem apresentado resultados positivos durante os meses de isolamento social". Observou que o corretor de imóveis tem se reinventado e para não perder negócios, começou a utilizar bem mais as ferramentas digitais. E para finalizar, analisou sobre a expectativa dos preços "com o ‘boom’ do mercado imobiliário que aconteceu há alguns anos no Estado, os preços haviam subido muito, mas nos últimos anos se adequaram a um valor justo de mercado. A expectativa é que se mantenham estáveis, apesar da instabilidade e receio, estamos otimistas", concluiu.